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A evolução nutricional da criança com e
sem amamentação

O leite humano é o alimento mais completo para os primeiros meses de vida de um bebê. Ele nutre, protege e conforta – tudo ao mesmo tempo.

Produzido de forma natural e adaptado às necessidades de cada fase do desenvolvimento, o leite materno contribui para a formação do corpo, do cérebro e da imunidade da criança. Ele é capaz de prevenir infecções, alergias, obesidade, diabetes e outras doenças, com impactos positivos por toda a vida.

Contudo, nem todas as crianças são amamentadas. Em alguns casos, isso ocorre pela falta de apoio, informação ou acesso a alternativas seguras. A ausência da amamentação pode ter consequências importantes para o desenvolvimento das crianças, especialmente quando não há água potável, fórmulas adequadas ou acompanhamento nutricional profissional.

Com ou sem amamentação:
quais as diferenças?

Abaixo, é possível conferir alguns dos efeitos mais conhecidos da presença ou ausência do aleitamento materno, especialmente nos primeiros 6 meses de vida, como recomendam a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde.

Quando a criança é amamentada Quando a criança não é amamentada
Recebe todos os nutrientes necessários nos primeiros 6 meses, sem precisar de outros alimentos ou líquidos
Pode não receber todos os nutrientes essenciais, especialmente se não houver orientação adequada
Tem menor risco de infecções respiratórias, diarreias e alergias

Fica mais vulnerável a infecções, uma vez que o leite humano é capaz de produzir anticorpos e nutrientes de acordo com a necessidade do bebê. Além disso, caso a fórmula seja preparada com água contaminada o risco de contrair doenças aumenta.

Apresenta melhor crescimento e ganho de peso mais equilibrado
Pode ter desnutrição ou ganho de peso inadequado, para mais ou para menos
Fortalece o vínculo afetivo com a pessoa que amamenta, favorecendo o bem-estar emocional
Pode ter menos estímulos emocionais e físicos, dependendo da forma como é alimentada
Tem menor risco de desenvolver obesidade e diabetes no futuro
Está mais propensa a desenvolver doenças crônicas não transmissíveis.

O ideal é que todas as famílias tenham acesso à informação, orientação profissional e suporte emocional, independentemente da forma como alimentam seus bebês. A amamentação deve ser um direito garantido, não uma imposição, nem um privilégio.

Seja por decisão, necessidade ou circunstância, toda forma de cuidado precisa ser acompanhada de acolhimento, respeito e proteção à saúde da criança.

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